É amigos, acabou. Analisando o mangá do começo ao fim, o início foi bom, o pré-timeskip dava muita aura, com Uruma sendo indiferente e frio psicologicamente com seus valentões e a forma como os torturou e matou dava aquela sensação que tudo tava andando até o arco do Kyou. O pós-time skip, embora achando mediano, não tinha muita necessidade, e serviria apenas pra enrolar mais a história. O final, nem se fala. O mangá tinha o potencial de ter um final que, mesmo n sendo perfeito, seria satisfatório. Eu não sou nada contra o pós-timeskip, e até achei legal os novos personagens de lá (principalmente Kitami e Reo), mas poderia ter encurtado se ao invés do VR fosse somente o flashback do Uruma, que recupera a memória totalmente, e o arco do Jogo do Amor tivesse sido reduzido de quase 20 capítulos a 8 no máximo (melhor se não existisse), com boa parte dos capítulos sendo acoplados um ao outro.
Mas, na minha opinião, o mangá deveria ter terminado ali, com o Shun apagando o Kyou e o resto do Clube Revolucionário sendo preso; Uruma foge com o corpo do Kyou e deixa os cadáveres do Noboru e Kakeru e diria que "voltaria para buscar eles". No armazém do avô dele, Uruma faria a mesma tortura com Kyou no pós-timeskip, sem aquela paranoia sem sentido dele não sentir dor e por consequência o lugar pega fogo, acaba chamando a atenção da polícia e Uruma é preso. O epílogo mostraria focaria 5 anos depois dele sair da cadeia, se reencontrar com a Azuma e reconstruir sua vida, apesar dele ainda se considerar um pecador assim como os outros 5.
Ainda assim, valeu a pena acompanhar essa jornada longa, mesmo detestando o final dela. Enfim, obg adm por ter dado continuidade à tradução de JnR e a todos que foram guerreiros em chegar até aqui. Até a próxima!