Que capítulo, hein... Pesa na alma! Eu adorei todo a construção do capítulo, mas é quase impossível escrever tudo que dá para sentir. Mas ele é profundamente triste. O Watanabe, como um "fantasma no início", já prenuncia o que é passivelmente óbvio – de que ele já está morto, e não somente metaforicamente.
Enfim, é difícil colocar em palavras tudo que eu senti. O que importa é que a construção é muito bem feita. Quase chorei no final, quando a sua obra-prima é sua própria mãe.
Obrigado pelo capítulo, sr. Nold e à todos os envolvidos!
P.S.: Acabei de perceber que, além do Gabriel, também há o/a Yu.